segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Vitória de Honduras

A vitória é de Honduras

Agências Internacionais

D.comércio.com.br

Apesar do clima militarizado nas ruas das principais cidades de Honduras, a eleição presidencial registrou menos incidentes do que era esperado por conta da crise política que divide o país há cinco meses. Curiosamente, o resultado mais esperado não é o vencedor da eleição, e sim o grau de comparecimento às urnas, que legitimará o pleito realizado pelo governo interino. De acordo com dados do Tribunal Supremo Eleitoral hondurenho, a votação foi um sucesso: a abstenção foi de 35%, número considerado baixo num país que, apesar de considerar o voto obrigatório, não pune os eleitores que se ausentarem do pleito.

Há dúvidas sobre se o mundo irá reconhecer a eleição porque ela foi organizada pelo governo interino e poderia por fim a qualquer esperança do presidente deposto, Manuel Zelaya, de voltar ao cargo. Antes mesmo de saber o resultado do pleito em Tegucigalpa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, em Estoril, Portugal, que o Brasil não reconhecerá o mandatário eleito. Para ele, trata-se de "firmar convicção" contra um processo eleitoral "coordenado por golpistas".

Lula argumentou que o processo eleitoral foi coordenado por um governo golpista, e que esta situação não é admissível. "É um sinal muito perigoso, muito delicado, porque ainda existem muitos países, na América Central sobretudo, com vulnerabilidade política."

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