terça-feira, 22 de julho de 2008

A Manifestação Ridícula dos Funcionarios da Santa Casa


Quero deixar aqui a minha indignação com a Manifestação Ridícula dos Funcionarios do Hospital Santa Casa, é mais um jogo sujo do PT querendo tirar a responsabilidade do Estado.


Funcionarios da Santa Casa Protestaram contra a Presença dos Senadores durante a vistoria no Hospital. Um dos Funcionarios entrevistados disse que a Culpa não é da Governadora, e sim dos Senadores paraenses que votaram contra a CPMF, uma total falta de compreensão das coisas, diante de recordes de arrecadações do Governo Federal.


O Problema não é falta de dinheiro na Santa Casa, e sim Falta de Gestão. Sendo que pessoas competentes com mais de 15 anos no Hospital Foram Demitidas, e substituidas por pessoas despreparadas, sem nenhum conhecimento tecnico de administração.


Por Favor pessoal ! Lêem esse meu manifesto, contra mais esse jogo sujo do PT no Estado do Pará, querendo tirar suas responsabilidades, no qual, é de Praxe do PT.

terça-feira, 18 de março de 2008

Só o Comunismo Pode ! Ocupação chinesa no Tibet

O Tibet permanece sob ocupação chinesa há mais de 40 anos. O líder político e espiritual do Tibet, o Dalai Lama, foi exilado de seu país, mas continua lutando – de forma puramente pacífica – para libertar sua nação do domínio chinês. Apesar da ocupação chinesa, o povo tibetano faz grandes sacrifícios para preservar sua cultura e religião.

Em 1950, o Partido Comunista chinês tomou conta da China. Tropas comunistas invadiram a cidade de Chamdo, localizada na fronteira oriental (leste) do Tibet. Em pouco tempo, as tropas chinesas tomaram a sede do governo local. No dia 11 de novembro de 1950, o governo tibetano manifestou-se contra a agressão chinesa na Organização das Nações Unidas (ONU). Mas a Assembléia Geral da ONU adiou a discussão do problema.

Em 17 de novembro de 1950, o 14º Dalai Lama assumiu a posição de Chefe de Estado do Tibet. O novo líder dos tibetanos tinha apenas 16 anos de idade quando assumiu a liderança política e espiritual de seu país.
Em 23 de maio de 1951, uma delegação tibetana que havia ido à Pequim (capital da China) para negociar a questão do Tibet foi forçada pelo governo chinês a assinar um tratado. O governo chinês ameaçou invadir o Tibet de forma até mais agressiva, caso a delegação tibetana se recusasse a assinar o acordo. O tratado estabelecia que o Tibet seria uma região autônoma da China sob o domínio tradicional do Dalai Lama. Na prática, o Tibet permanecia sob o controle da Comissão Comunista da China.

Em setembro de 1951, o Tibet foi tomado pelas forças comunistas de Mao Zedong (Mao Tse Tung). A ocupação chinesa do Tibet foi marcada pela destruição sistemática de mosteiros, pela opressão religiosa, pelo fim da liberdade política e pelo aprisionamento e assassinato de civis em massa. Ao governar o Tibet, as autoridades chinesas comunistas introduziram reformas agrárias e reduziram significantemente o poder das ordens dos mosteiros, apesar da forte oposição do povo tibetano.

Os tibetanos freqüentemente se rebelavam contra a presença de forças chinesas em seu país. Em 10 de março de 1959, os tibetanos organizaram uma grande revolta contra a China. Neste Levante Nacional Tibetano, ocorrido na capital tibetana de Lhasa, a resistência nacional contra a China atingiu seu auge. Mas a reação chinesa ao levante foi violenta: milhares de tibetanos foram mortos, aprisionados ou exilados.

Temendo por sua própria segurança, o Dalai Lama deixou Lhasa em 17 de março de 1959. Atualmente, a sede do Dalai Lama se localiza na Índia. O Dalai Lama ele viaja pelo mundo para tentar obter apoio internacional à independência de seu país.
O Conflito no Tibet

A China ocupa o Tibet há 50 anos. Uma das conseqüências dessa ocupação chinesa é a existência de mais de cem mil refugiados tibetanos pelo mundo. Até hoje, as Nações Unidas nunca expressaram algum protesto significativo contra a ocupação do Tibet. Desde 1951, os tibetanos têm tentado se rebelar contra a ocupação chinesa, mas seus esforços não foram bem sucedidos. A China alega soberania histórica sobre o Tibet, ameaçando assim a cultura e religião dos tibetanos.
A China tem o objetivo de modernizar o Tibet, pois espera que uma maior prosperidade no país eventualmente conquiste o apoio dos tibetanos à administração chinesa. O governo chinês possui um plano de desenvolvimento para a região e vem construindo prédios, realizando obras e substituindo a tradicional arquitetura tibetana por uma arquitetura moderna, deixando assim as províncias do Tibet cada vez mais semelhantes às cidades chinesas. Além disso, o Tibet está repleto de migrantes chineses que lideram importantes setores da economia. De fato, hoje há mais chineses que tibetanos vivendo no Tibet. Não é de se surpreender que os tibetanos temem que sua cultura e tradições estejam em perigo de extinção.
Oficiais chineses no Tibet afirmam que os tibetanos têm completa liberdade religiosa. Porém, a polícia chinesa está sempre presente em mosteiros e em templos budistas. Os monges têm sido espancados, aprisionados e submetidos à educação política chinesa.

Contudo, a China vem recentemente demonstrado um pouco mais de flexibilidade em relação à sua ocupação do Tibet. No início de 2002, a China libertou seis prisioneiros políticos tibetanos e permitiu que Gyalo Thondup, o irmão do Dalai Lama, visitasse o Tibet. O governo chinês convidou jornalistas para visitar o Tibet após ter restringido o acesso livre deles à região durante anos.

Em outubro de 2002, representantes do Dalai Lama foram recepcionados pelo governo chinês em Pequim e no Tibet – algo que não ocorria há quase uma década. A China tem o objetivo de apaziguar os tibetanos para melhorar sua imagem perante o mundo. Mas é duvidoso que a China esteja disposta a se retirar do Tibet. As Nações Unidas e os principais líderes mundiais não têm o poder e o interesse de pressionar a China para que haja uma resolução justa do conflito. A China é o país mais populoso do mundo e representa uma das economias de maior potencial. A China é também um dos 5 países de maior poder nas Nações Unidas e tem o direito de vetar qualquer decisão da organização. Portanto, apesar de contar com o apoio moral de pessoas no mundo inteiro, os tibetanos enfrentam uma grande luta para realizar seu sonho de soberania e independência nacional.

Fonte:http://www.10emtudo.com.br/imprimir_artigo.asp?CodigoArtigo=65

Vejam Vocês, A Classe Estudantil sempre preocupada com a ocupação dos "Yankees" no Iran , são os mesmos que viram a cara para essa triste realidade no Tibet. Mas é Claro ! Se trata de uma Ocupação Ideologica mais justa, aquela linda imagem de revolução escondida no rosto de Mao Tse-tung . Eles são capazes de Dizer que o Dalai Lama esta comprometido com os Estados Unidos e não com a liberdade do seu povo. Voces Duvidam ? Vejam o Comentário Abaixo:

"os politizados budistas de la que nunca aceitaram ... mas se o dalai lama nao demonstrasse tao carudamente que tem uma queda pelos estados unidos e pela india"

Comentário: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=6962365&tid=2588213097938181640&na=4&nst=200&nid=6962365-2588213097938181640-2589120287421484573

domingo, 30 de dezembro de 2007

Testamento dos prisioneiros patriotas do Vietname (excertos)

Temos de insistir na denúncia das condições de detenção absolutamente inimagináveis. Na prisão de Chi Hoa, a prisão oficial de Saigão, havia cerca de 8000 pessoas encarceradas sob o Antigo Regime, e este facto era severamente criticado. Hoje, esta mesma prisão encerra mais de 40000 pessoas. Com frequência, os prisioneiros morrem de fome, de falta de ar, sob tortura ou suicidam-se. [...]

Há duas espécies de prisões no Vietname: as prisões oficiais e os campos de concentração. Estes últimos estão perdidos na selva, o prisioneiro é ali condenado perpetuamente a trabalhos forçados, nunca é julgado e nenhum advogado pode assumir a sua defesa.[...]

Se é verdade que a humanidade actual recua com temor face ao desenvolvimento do comunismo, e principalmente da pretensa «invencibilidade» dos comunistas vietnamitas que «venceram o todo-poderoso imperialismo americano», então nós, prisioneiros do Vietname, pedimos à Cruz Vermelha Internacional, às organizações humanitárias do mundo, aos homens de boa vontade que enviem com urgência a cada um de nós um comprimido de cianeto a fim de que possamos por fim ao nosso sofrimento e à nossa humilhação. Queremos morrer imediatamente! Ajudem-nos a realizar este acto: ajudem-nos a morrer imediatamente. Ficaremos imensamente reconhecidos.

feito no Vietname, do mês de Agosto de 1975 ao mês de Outubro de 1977

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Crimes contra a humanidade - Comunismo

Escrito por Milla Kette

colaboração do professor de História Paulo Diniz


O dia 11 de setembro de 2001 marcou para sempre as vidas dos que perderam amigos e parentes naquele bárbaro ataque. Alguns, no entanto, desculparam essa monstruosa carnificina, afirmando que os americanos fizeram por merecê-la — como se assassinatos em massa tenham razões justificáveis. Quando pergunto o que exatamente os EUA fizeram, recebo insultos como resposta. Em e-mail recente, após ironicamente desculpar-se, Marcelo, um leitor brasileiro, confessou que "de uma maneira mais política ou figurativa", foi "bonito" ver "a destruição do suposto invencível e a quebra de uma imagem, até então, tida com invulnerável". Não só insensível e revoltante, quanto desinformada opinião, pois o WTC abrigava empresas de oitenta países. Para ele "os EUA dominam o mundo através do massacre" (do que não deu um único exemplo), e isso justifica a morte de trabalhadores, policiais e bombeiros, cuja maioria dos corpos não será jamais resgatada da massa de detritos que foi um dia um local de trabalho.


Tenho pensado nos motivos que poderiam de alguma maneira justificar que seres humanos perpetrassem tal monstruosidade. Li a pesquisa de Seth Stevenson sobre o Corão <http://slate.msn.com/?id=117525>, onde se relacionou passagens que, claramente, incitam à morte de infiéis. Admitindo por um instante que os ataques aos EUA tiveram razão de ser, pesquisei e relacionei casos de violência no mundo. Descartei o Corão e iniciei a lista no século XX. Cenas pavorosas estampadas na tela do computador foram imediatamente apagadas; mas os mecanismos da mente não deletam as imagens armazenadas com um clicar do mouse. Constatei que muitos fatos foram relegados ao esquecimento. Onde os dedos acusatórios a relembrar que o governo da Croácia (antiga Iugoslávia) eliminou mais de trezentos mil sérvios durante a Segunda Guerra Mundial? E a indignação frente aos meses de horrendos massacres de milhares de civis alemães, perpetrados por russos, tchecos e poloneses no final dessa Guerra?


Os japoneses ficaram famosos por sua crueldade. Na Universidade de Kyushu (em Fukuoka, entre Hiroshima e Nagazaki), durante a Segunda Guerra, médicos dissecavam prisioneiros de guerra (chineses, americanos, russos) enquanto ainda vivos e executavam experiências em mulheres grávidas (perpetrando até estupros a fim de usar bebês nos experimentos). O príncipe Mikasa visitou a famosa Unidade 731 da Milícia Imperial na China e descreveu em suas memórias os filmes que assistiu, onde prisioneiros chineses marchavam pelas planícies da Manchúria, a fim de levar adiante experimentos de gás venenoso em seres humanos. A 39a Divisão de Hiroshima conduziu massacres na China Central, que mataram centenas de milhares de civis próximo a Changsha. Em 1937 a Armada Imperial Japonesa lançou um ataque de seis semanas sobre a cidade de Nanjing (China), quando trezentas mil pessoas (na maioria, civis) foram brutalmente mortas e suas genitálias, mutiladas. Calcula-se que vinte mil mulheres foram estupradas e mortas por grupos de soldados; as que sobreviveram, acabaram nos bordéis do exército. Não se lê, também, a verdade sobre as bombas que assolaram Hiroshima e Nagazaki e dobraram a cerviz japonesa. Elas destruíram duas cidades, mas salvaram as vidas dos quatrocentos mil prisioneiros, aliados e civis, que seriam executados caso os americanos invadissem o Japão, e encerraram a participação dos japoneses na guerra.


Nas Filipinas, no sul da península de Bataan, em 9 de Abril de 1942, os japoneses obrigaram setenta e oito mil prisioneiros de guerra americanos e filipinos a marchar 88 Km sob temperaturas de 40o C, em terreno difícil, sem alimentação ou água. A Camp O’Donnell chegaram apenas cinqüenta e quatro mil POW’s, pois além da fome, os japoneses distribuíam bastonadas, golpes de baionetas e bordoadas pelo caminho; os corpos dos que tombavam (mesmo vivos) eram abandonados à beira da estrada. No destino, mais horrores aguardavam os sobreviventes da Bataan Death March: três anos de cativeiro, tortura física e mental, doenças, desnutrição, falta de remédios e alimentos.


Mao Zedong condenou à morte pela fome quarenta milhões de camponeses chineses, ao pretender que a economia chinesa desempenhasse mais rápido, em mais quantidade, melhor e com menos custo que a Ocidental. Em junho de 1989 o protesto na Praça de Tiananmen terminou com o Exército de Liberação do Povo matando centenas de simpatizantes da Democracia, ferindo outros dez mil e prendendo centenas de estudantes e trabalhadores. O governo chinês continuou com as prisões, julgamentos sumários e execuções e a imprensa estrangeira foi banida do país. Onde os comentários de revolta contra o número jamais decrescente das vítimas da repressão chinesa nas prisões?


A África não foi vítima apenas do imperialismo inglês, francês, italiano, holandês, português, espanhol. Tiranos locais apressaram-se em oprimir seus conterrâneos, assim que se viram livres do demônio branco. Idi Amim e Milton Obote, seu sucessor, juntos, teriam assassinado meio milhão de ugandenses nas décadas de 70 e 80. Eles liquidaram chefes de justiça, ministros, o vice-chanceler da Universidade de Makerere e um bispo anglicano. Quando os EUA e a Inglaterra interromperam o auxílio econômico em 1972, Amim encontrou apoio na Líbia e União Soviética. Ao fugir de Uganda em 1979, refugiou-se na Arábia Saudita e jamais respondeu por seus crimes. E o tal Tribunal Internacional? É só pra gringo?



Em 1994 estima-se que um milhão de pessoas (maioria tutsi) foram massacradas em Ruanda por extremistas hutu; seus corpos mutilados abarrotaram rios. No antigo Congo Belga e em Biafra (Nigéria), as guerras que se seguiram à independência do primeiro e a tentativa de libertar-se da Nigéria por parte do segundo, geraram mais de um milhão de mortos. Quando marxistas assumiram o governo da Etiópia, após 1977, o país enfrentou inúmeras guerras, sustentadas por tropas cubanas e armas soviéticas, adquiridas a peso de ouro, enquanto assistíamos o povo morrer de fome pela TV na década de 80 (On War: The Ogaden War 1977-1978). No Sudão, cristãos são massacrados, vítimas do fanatismo islâmico (armado pelos chineses). Na América Latina, o auxílio financeiro que o Haiti recebia dos EUA foi suspenso em 1961. Ainda assim, o regime de Papa Doc executou dois mil inimigos políticos em seis anos. Houve uma fuga em massa de haitianos em direção às Bahamas e os EUA no final dos anos 70 e início dos anos 80. No Peru, o Sendero Luminoso executou barbaramente milhares de civis durante os anos 80. Onde a revolta?


Em apenas três anos o cabeça do grupo comunista Khmer Rouge, Pol Pot, devastou o Camboja. Eles assassinaram, fizeram trabalhar até a morte em plantações e mataram de fome quase 20% de uma população de sete milhões e trezentos mil habitantes — todos sacrificados às maravilhas do comunismo! Um dos mais horrendos massacres ocorreu na segunda metade de 1978, na fronteira Norte com o Vietnã, onde a resistência ao Khmer era forte; ao menos duzentas e cinqüenta mil pessoas foram mortas num único assalto. Entre os defensores desse regime brutal e sanguinário (que até livro escreveu), está o conhecido lingüista Noan Chomsky, convidado especial do Fórum Social de 2002 em Porto Alegre.



Na Rússia, Lenin matou milhões de proprietários de terra com seu plano de relocação; os que se opunham a suas idéias, desapareciam. A URSS saiu da frigideira para o fogo com seu sucessor e, afirmam alguns, seu assassino, Stalin. O país viveu dias de sofrimento quando ele resolveu limpar o partido comunista, o governo, as forças armadas e a Inteligência, entre 1934 e 1938; milhões de inimigos do povo foram presos, exilados ou fuzilados. Milhares morreram de fome na década de 30 — num país onde, durante o último ano de paz do regime Czarista, exportou-se mais de nove milhões de toneladas em grãos! O Livro Negro do Comunismo e o site http://www2.hawaii.edu/~rummel/welcome.html, para citar dois exemplos, trazem horripilantes imagens e informações sobre os que pereceram e os que sobreviveram aos famosos Gullags, campos de "reeducação" da Rússia, na verdade, campos de trabalhos forçados! Ambos fornecem dados referentes a inúmeras atrocidades (inclusive com gráficos, estatísticas e tabelas), cometidas por vários regimes autoritários e totalitários do século passado e "democracias populares" ao estilo soviético.



O regime dos Aiatolás no Irã foi responsável por repressões e massacres após a tomada do poder, em 1979. Saddam Hussein usou gás mostarda para aniquilar mais rapidamente milhares de curdos no nordeste do Iraque, em 1988. Quanto a Usama bin Laden, Muammar al Qaddafi, Yasir Arafat, Milosevic, Castro, etc, não tenho mais energia nem nervos. Mas meu ponto é muito simples: por que os fatos que relatei nesse texto são esquecidos? Por que não foram cometidos pelos EUA? Será que os atentados do dia 11 de Setembro também cairão no esquecimento?



Genocídio cometido pelo Japão na China (site chinês): http://www.centurychina.com/


Estudos pelo Royal Institute of Technology (Suécia), departamento N.A.D.A., sobre tiranos: http://www.student.nada.kth.se/~f91-gli/dictator_gallery/index.html


The Khmer Rouge Canon 1975-1979: The Standard Total Academic View on Cambodia:
(http://jim.com/canon.htm); tese de doutorado de Sophal Ear menciona Chomsky.


Memórias, príncipe Mikasa: "Fiquei sabendo sobre um jovem oficial — e o choque foi maior ainda, pois foi meu colega, quando estudava para oficial — que usava prisioneiros vivos como manequins, a fim de treinar o uso da baioneta e aumentar a potência do golpe. Mostraram-me também filmes onde trens de carga e caminhões transportavam grandes quantidades de prisioneiros de guerra chineses para as planícies da Manchuria; ali, eles serviriam de cobaias vivas para experiências com gases tóxicos. Um médico militar de alta patente, que tomou parte nessas experiências, contou-me que antes disso, quando Lord Lytton e os representantes da Sociedade das Nações chegaram para verificar o incidente da Manchuria, tentaram dar aos membros desse grupo, frutas contendo bacilos da cólera, mas a operação não teve sucesso".



sábado, 6 de outubro de 2007

APRENDENDO A SER UM MISERÁVEL

por Marcelo Scotton

Um amigo petista disse que Lula e o PT gostam de pobres. Concordei na hora, é claro. Tanto gostam que mantêm o país com uma massa de pobres e miseráveis do jeito que estão, devidamente abastecidos com programas assistencialistas paliativos e nenhuma perspectiva de sair dessa situação. O desemprego continua em alta, de mãos dadas com o Bolsa Família.

Na marcha rumo ao modelo venezuelano de massificação da pobreza, a classe média sofreu um duro golpe: a prorrogação da CPMF. Ou seja: não satisfeitos com o elevado número de pobres e miseráveis existentes no país, a saída agora é achatar a classe média, trazendo-a para a pobreza, impingindo-lhes impostos cada vez maiores e retorno cada vez menor.

É claro que a classe média também tem culpa no cartório. Afinal, senão toda ela, ao menos boa parte oferece cumplicidade ao governo que aí está. Não só nos conceitos politicamente corretos, mas também na aceitação da barganha que o governo oferece. Assim como a felicidade dos pobres é garantida com o assistencialismo paliativo e populista, a felicidade da classe média é mantida com a oferta de milhares de concursos públicos todos os anos.


O que poucos pensam – ou tem condição de pensar – é como estes milhares de empregos públicos criados a cada ano serão pagos. Muitos pensam que a solução é a simples emissão de moedas, desconsiderando os princípios da inflação.

É claro que os empregos públicos serão pagos com o aumento maciço dos impostos e com o acréscimo da dívida pública interna, atualmente impagável. Quanto mais impostos, menos dinheiro no nosso bolso, e mais dinheiro no bolso do estado. E a qualidade da aplicação deste dinheiro, todos nós já conhecemos muito bem qual é.

Enquanto o mundo inteiro caminha para o progresso econômico, caminhamos para um retrógrado socialismo barato, onde toda a economia do país ficará cada vez mais na mão do estado. E nós, cada vez mais dependentes dele.


Ali Kamel, jornalista de O Globo, denunciou o que vem sendo ensinado nas escolas públicas no Brasil: a adoração a líderes sanguinários de esquerda como Mao Tse Tung e Fidel Castro e a criação de inúmeras inverdades históricas, como o motivo da derrocada da URSS e os conceitos – deturpados – de capitalismo e socialismo. Será que um dia vão nos ensinar a gostarmos de ser miseráveis? Quem sabe a gente não se acostuma?

Materia do Site Diego Casagrande

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

BOQUINHA INSACIÁVEL

por Valdo Cruz, na Folha de S.Paulo

Nunca antes na história deste país falou-se tão aberta e explicitamente de distribuição de cargos entre os partidos da base aliada. Taí, essa bem que poderia ser mais uma das inúmeras conquistas que o presidente Lula costuma alardear como realizações de seu governo.

Não que ela seja uma prática nova, mas é fato que na administração petista passou a ser debatida à luz do dia. Talvez até seja uma virtude, expor publicamente as mazelas do jogo do fisiologismo. Quem sabe o eleitor um dia se toca e toca pra fora do Congresso esse pessoal.

Essa, sim, seria uma grande realização lulista, que sucumbiu ao toma-lá-dá-cá, como seus antecessores. Os petistas se defendem dizendo que foram obrigados a seguir a mesma trilha para governar o país.

Nada mais falso. Se tem um partido que se converteu rápida e alegremente à corrida por cargos públicos, foi o PT. Como, então, condenar o apetite dos aliados por boquinhas em ministérios e estatais se o deles é insaciável?

Por sinal, aí está a origem da derrota imposta pelos senadores peemedebistas ao governo na semana passada. Silenciosamente, petistas foram roubando cargos do setor elétrico sob controle do PMDB.

De uma lista de 26 cargos pleiteados pelo partido ao Palácio do Planalto, cerca de dez ainda estão indefinidos. A maioria em estatais ligadas ao Ministério de Minas e Energia, onde se concentra o interesse dos senadores peemedebistas, e o PT foi acampando como quem não queria nada. O que os peemedebistas não dizem abertamente, mas protestam reservadamente, é que essa estratégia contou com o aval do presidente Lula, que acabou recebendo o troco no Senado.

O fato é que o PMDB mostrou ao presidente que sabe lidar com seu jogo de empurra, que costuma prometer, mas cumprir só com a faca no pescoço. Algo lá não muito eficiente. Mas, se essa é a regra, diz o PMDB, que seja seguida. Com muito prazer.


segunda-feira, 17 de setembro de 2007

A Esquerda da França procura se unir contra Sarkozy


Depois quatro Meses da Derrota de Segolene Royal nas eleições presidenciais na França, a Esqueda Francesa se reuni para responder contra a Politica Social de Nicolas Sarkozy na França, entre eles o Partido Socialista e o LCR ( Liga Comunista Revolucionario ).


A Partir dessa reunião, vamos presenciar evidentimente, uma oposição extremamente irresponsável , igual ao que tivemos no Brasil nos anos noventa , quando o PT era oposição ao Governo de FHC. São Partidos de extrema-esquerda que vão tentar prejudicar o andamento dos projetos do Governo Frances, querem trasformar a França num país comunista, e sabemos muito bem como se comporta essa esquerda, sempre gritando de maneira arrogante e sem perspectiva política.


Portanto, através dessa reunião é bom os Franceses se preocuparem com o futuro, pois essa oposição, é a pior oposição que existe, são comunistas querendo voltar a época da "Comuna de Paris", até mesmo o PS, que é o partido mais light da esquerda, pretende praticar uma oposição ferrenha, claro, como sempre os comunistas são vingativos, e não pensam em ajudar o seu proprio país, primeiro a sua Ideologia, depois os interesses da França. Lamentavel!


Fonte: Le Figaro